A alta do INSS não significa, necessariamente, que o seu direito acabou. Se ficou uma sequela permanente, você pode ter direito a um benefício — e até a valores atrasados.
É uma cena que se repete todos os dias: o trabalhador se acidenta ou adoece, fica um tempo afastado recebendo o auxílio-doença, recebe a alta do INSS e volta ao trabalho. Só que ele volta diferente — com uma sequela, uma dor, uma limitação que não existia antes. E aí surge a pergunta: "acabou, não tenho mais direito a nada?"
Na maioria dos casos, não acabou.
Quando dá a alta do auxílio-doença, o INSS tem o dever de avaliar se restou alguma sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho. Se restou, ele deveria converter o benefício em auxílio-acidente automaticamente. Na prática, isso raramente acontece — e o trabalhador vai embora achando que perdeu tudo.
É um benefício indenizatório, de 50% do salário de benefício, pago até a aposentadoria. O melhor: você pode trabalhar e receber ao mesmo tempo, porque ele compensa a perda parcial e permanente da sua capacidade. Quer entender mais a fundo? Veja a página de Auxílio-Acidente.
Negativa não é o fim. Muitos auxílios-acidente são concedidos justamente na Justiça, com a prova pericial e médica bem organizada. Se você pediu e foi negado, ou se nem chegou a pedir, vale a pena uma análise do seu caso.
Me conte o que aconteceu: qual foi o acidente ou a doença, e qual sequela ficou. A análise é gratuita e eu te explico, sem juridiquês, se há direito a buscar.
Quero minha análise gratuitaSim. O direito ao benefício em si não desaparece, mas os valores atrasados prescrevem em 5 anos. Mesmo casos antigos costumam valer a análise.
Pode ter. O auxílio-acidente existe justamente para quem continua trabalhando, mas com a capacidade reduzida pela sequela. Trabalhar não tira o seu direito.
Em geral, sim — a sequela precisa ser comprovada por perícia (do INSS ou judicial). Por isso a documentação médica bem organizada faz toda a diferença.
Fale com a Dra. Estefânia Maia. Análise gratuita e sem compromisso.
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